sábado, 11 de julho de 2009

ai ai

Sim, eu te quis desde a primeira vez que te vi.
E eu não sei exatamente nada sobre você. Mas sei dos seus olhos, sei que seu olhar me faz estremecer.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

alma

A alma tem linguagem própria. Usa os olhos e os sentidos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

inquieta

O poder de educar a mente existe, sim. Mas é preciso muito esforço e dedicação para que isso se torne produtivo. Precisamos desistir do que nos enterra. Do que nos deixa para baixo. É necessário ter muita coragem para nos convercemos que algumas vezes, nossas ideias não são feitas de fatos e sim de imagens que criamos em nossa mente. Está ali. E as vezes, dói mais desistirmos do que não existiu. É alguma coisa ligada a auto preservação, entende?
Estou fazendo isso ultimamente. Aprendendo e me esforçando a lidar com a minha própria mente... e estaria mentindo se dissesse que a tarefa é fácil. Não é. Mas vai ser melhor assim.

terça-feira, 16 de junho de 2009

reflito

E no final de todas as coisas, quando deitamos na cama e refletimos, existe algo muito óbvio: não adianta se esconder, a nossa verdadeira face sempre estará viva, nem que esteja atrás de nuvens, fumaças, tempestades...

sábado, 13 de junho de 2009

olhos

Queria não ter certeza que seus olhos são sinceros. Queria não ter certeza de que você é uma pessoa de verdade, daquelas que sentem, que gritam, que choram. Queria não ter certeza que seu sorriso é incrivelmente lindo e também não queria ter certeza de que pensar em você me faz viajar por tantos horizontes. Mas, tenho certeza de tudo isso. Sim, tenho certeza de que você é uma das pessoas mais verdadeiras que eu conhecerei pelo resto dos meus dias. Aliás, quando eu te olho nos olhos e vejo tantas coisas, olho profundamente! Acho que se você me olhar além do olhos, vai se encontrar lá dentro.... Mas olhe profundamente, tá?

terça-feira, 9 de junho de 2009

tentando

E sempre que ela está perdida em algum lugar não consegue parar de olhar pra trás pra ver se ele chega. E quando ele chega ela se sente segura.
Ele pára de andar sempre do mesmo jeito e fica ali olhando e pensando: Mas porque eu sinto isso por ela? Não, eu não posso me apaixonar. Mas por que ela desvia o olhar? Porque ela gosta de achar que é durona.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

me encontrando

Acordei de um sono longo e cansativo.

terça-feira, 19 de maio de 2009

palavras demais

E sim, por mais que eu tente me esconder em um casulo frio e escuro. Não consigo. Porque mesmo triste, minha alma fica ali martelando e dizendo ''vamos laís, levanta, pensa positivo de novo, seja você e pronto''. Desisto das palavras que doem. Pois meu mundo se resume no encontro da água e do fogo que existem em mim, onde não me enxergo, mas me sinto!
Assumi que estou triste, pro meu coração. Afinal, não é fácil as coisas serem estranhas, loucas... como são. Mas nem sempre é necessário tornar-se forte. Respeito minha fraqueza. Minhas lágrimas não são desesperadas, são suaves. De uma tristeza que tenho direito. Elas correm devagar no meu rosto passando pela boca e sentindo aquele gosto salgado, límpido, produto da dor mais profunda.

laís.laís

Desliguei o telefone imovel. Não senti nada. Fiquei ali sem sentir nada um bom tempo, sai do jeito que estava, cabelo lavado com shampoo que ele gostava, perfume que ele gostava, só. Consegui me divertir até olhar pra lua na volta para casa. Foi um impacto forte, logo eu, que só consigo olhar pro céu e sorrir. Olhei e fiquei com vontade de chorar. O fato é que, ela estava tão linda que me senti como aquelas crianças que se perdem da mãe no supermercado e quando encontram é aquela coisa toda. Cheguei em casa e pensei: vou tomar um banho. Tirei a roupa e me olhei no espelho. O corpo estava lá. No coração, marcas que ele deixou. A maquiagem estava borrada. Eu estava sozinha, olhando no espelho com fumaça, tentanto descobrir quem sou. Quem me tornei depois dele. Entrei no chuveiro e chorei baixinho. Procurei uma pergunta sem resposta. Terminei o banho, olhei e não me encontrei. Porque ele ainda estava lá. É, banho não lava a alma!
Levantei a bandeira de paz. Amar é um desafio, sentimos ou não.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

refletindo

Aprendi que em certos aspectos, é necessário chegarmos ao fundo do poço. Para depois reconhecermos e encontrarmos com nossa própria essência. Voltar a nossa casa na nossa própria sintonia. Depois de chorar todas as lágrimas, rir todos os risos e gritar... enxerguei que o que fica em nós é somente o poder da decisão. Decidir o que fazer, acalmar o coração, escolher por quem sofrer e a quem dar o melhor de si. Não tem jeito, definitivamente dar o melhor de si é a melhor saída. Para que depois, quando a tempestade passar, não nos arrependermos de nada. Sempre passei por cima do meu orgulho pra me sentir feliz. Faço tudo para ser feliz. Sou eu mesma, sempre. E pretendo continuar assim pelo resto dos meus dias. Porque isso me torna única. O detalhe da luta, das bobeiras, da boa fé, me faz ser o que sou. Me tornei o que sempre quis. E isso não tem volta!