Como a noite de escuridão,
Tento me descobrir a cada dia,
Caixinha de surpresas,
Pioro, quando a lua é cheia,
Mulher, segredo feminino,
A arte de descobrir,
O som,
Quem sou?
domingo, 3 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
click!
Click!
Eu tirei uma fotografia em sua chegada. Onde meu corpo se tornou ímã do corpo dele. As mãos ansiosas para estarem juntas, assim como os braços e abraços e lábios e todo o resto. Eu tirei uma fotografia.
Click!
O momento foi marcado.
.
Ana sonhava com Marcos.
E mandava axé.
E mandava amor.
E mandava abraços.
E mandava fé.
Mas sentia saudade.
E mandava axé.
E mandava amor.
E mandava abraços.
E mandava fé.
Mas sentia saudade.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
aguardo resposta
Comecei a pensar quando foi exatamente que o sentimento parado, intacto e incomum começou a florescer. Peguei o calendário na porta da geladeira e contei os dias para trás. Qual era data? Qual era o horário? Continuei pensando nisso numa longa madrugada que durou 15 dias. E resolvi te escrever um bilhete:
''Não se assuste com a falta de palavras, às vezes o relógio as fazem de jantar. Hoje é vinte e um de fevereiro de dois mil e onze. Marcando exatamente três e treze da madrugada. Isso é apenas um bilhete com uma pergunta que deve ser respondida pela única pessoa que sabe a resposta. Aqui está: Quando foi exatamente que começamos?''
Dobrei em quatro partes e joguei no mar.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
roda
Acendo velinhas de madrugada, incensos, faço pedidos, escrevo cartas e escolho pedras, me trato com carinho. Sorrio. Vejo. Sinto. Choro. Brinco de roda vida.
e com Marcos
Ana percebeu enfim que está sem medo, sem frio, sem explicação e principalmente sem fim.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
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