Acendo velinhas de madrugada, incensos, faço pedidos, escrevo cartas e escolho pedras, me trato com carinho. Sorrio. Vejo. Sinto. Choro. Brinco de roda vida.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
e com Marcos
Ana percebeu enfim que está sem medo, sem frio, sem explicação e principalmente sem fim.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
sem permissão
Eu quis beber água de chuva,
Quis morar na terra para me sujar de vida,
Quis rasgar teus olhos para me descobrir.
Quis morar na terra para me sujar de vida,
Quis rasgar teus olhos para me descobrir.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
pouco de pro-te-ção
É preciso abrir as janelas da alma, que muitas vezes ficam enferrujadas. É preciso acolher o medo. Abraçá-lo. Protegê-lo. É preciso também deixar chover, para que tudo possa se renovar.
desconhecido
Totalmente desconhecidos um para o outro, um para o outro totalmente desconhecidos.
E mesmo assim resolveram se encontrar.
Ele aqui,
Ela lá.
Ela lá.
Se conheceram no riso, desde então.
Dormiram juntos. Mas não dormiram.
Olhos fechados, atentos.
Olhos abertos, desatentos.
Olhos nos olhos.
Os dois no meio.
Se conheceram?
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
voar
Que suas asas voltem a bater para que assim possa voar por todos os horizontes serenos que para mim são claros justamente porque um dia te vi passando por lá...
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