Um barquinho de madeira,
Em águas calmas.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
reconhecimento
Ouço os pingos da torneira, suavemente... entre a paz e a voz de Calcanhoto, me recordo das palavras ditas, do aviso prévio - vai começar a chover e amor não se pede. Dentro de mim mora um filtro fiel, expulsa tudo que faz mal, tudo que passou da validade. Descubro que algumas pessoas nos roubam para fora, nos fazem viver vidas que não são nossas. Hoje, olho para trás e sei-e-sinto-e-tenho-certeza: nunca fui tão triste como quando estive com você. Não sei como consegui enxergar brilho no teto do seu quarto, não sei como consegui tentar fazer feliz quem não tem ânsia de viver. Não sei como consegui um dia olhar para o céu e pensar em você; sendo que não gosta de estrelas. Hoje, alívio. O tempo é meu amigo. Meu coração é grande. Como é bom me sentir viva de novo.
(-i)lusão
Sei onde quero ir e a vida vai me levando em linhas tortas em rotas novas onde quero chegar.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
enterro

Acorde para buscar a felicidade.
Faça um velório para suas tristezas.
Enterre tudo o que te faz mal.
Faça uma oração.
E leve flores.
barquinho
- Filhinha, joga o barquinho na correnteza, aproveita que está chovendo. E viva. Não espere ele voltar. O que será, será.
louca
Minha ânsia de amar não acaba. Minha sede não tem fim. Minha fome não existe. Eu vivo de amor. Existindo assim...
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